A lesão do ligamento cruzado posterior isolada é rara e o tratamento cirúrgico não tem o mesmo sucesso do que a cirurgia do ligamento cruzado anterior. Em nossa opinião, quando isolada o tratamento indicado é o não cirúrgico para as lesões graus I e II e cirúrgico para o grau III. A técnica que vemos com bons olhos é o uso do tendão quadriceptal para substituí-lo, com feixe único e fixando o plugue ósseo com parafuso bioabsorvíel no fêmur e parafuso bioabsorvível longo de partes moles na tíbia. Temos visto muitas falhas com a utilização de outros enxertos mais maleáveis ou mais curtos, tais como o tendão flexor e o ligamento patelar.

A idéia da fixação “on lay” na tíbia também nos parece interessante por respeitar melhor a inserção do ligamento e diminui o número de curvas.
Os ligamentos colaterais quando isolados, na maioria dos casos são de tratamento conservador e quando associados à lesão do LCA instáveis de tratamento cirúrgico. Nestes casos a cirurgia deve ser precoce para podermos suturar as lesões de forma anatômica. As técnicas são variáveis.

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